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Questionário elaborado com participação do Hospital Moinhos de Vento mede qualidade de vida de pacientes pós-Covid

Gisele Nader e Maiara Anschau Floriani fizeram parte do grupo de 28 especialistas de 14 países que colaboraram para a criação do Standard Set Covid-19

Duas profissionais do Hospital Moinhos de Vento participaram da elaboração de um questionário que pretende entender o perfil de pacientes de Covid-19 após a alta hospitalar. A gerente médica do Moinhos, Gisele Nader, e Maiara Anschau Floriani, responsável pelo Escritório de Desfechos Clínicos da instituição, fazem parte do grupo de 28 especialistas de 14 países que colaboraram com a criação do Standard Set Covid-19. O questionário, promovido pela ICHOM (The International Consortium for Health Outcomes Measurement), foi lançado na segunda-feira (12) e está disponível no site da ICHOM.

Durante três meses, as profissionais participaram de reuniões do grupo de trabalho do consórcio internacional para mensurar os desfechos da doença. Elas colaboraram com inputs sobre o que deveria ser acompanhado nos pacientes pós-alta da Covid-19. O Hospital Moinhos de Vento já vinha aplicando um questionário próprio e acompanhando os pacientes após a alta desde o atendimento do primeiro paciente com coronavírus. Essa expertise foi importante para o Standard Set Covid-19. “O questionário é de extrema relevância e permite fazer a comparação entre diferentes países, com o uso de uma mesma metodologia”, observa a gerente médica.

O Standard Set Covid-19 busca respostas sobre as condições de vida dos pacientes depois da doença. “O olhar da ICHOM é para qualidade de vida: se o paciente retornou às suas atividades, como se vê socialmente, se está deprimido, se está ansioso”, destaca Gisele. O conjunto de perguntas mede 13 resultados, relacionados ao funcionamento social, mental, status funcional e qualidade de vida, sintomas e resultados clínicos.

Os resultados permitirão a melhoria da qualidade do cuidado nos serviços em todo o mundo. Para ajudar a garantir que o conjunto de padrões seja relevante em todos os contextos, os especialistas recomendaram uma série de oito combinações de casos, fatores de ajuste de risco a serem coletados junto com os resultados medidos. São aspectos demográficos, clínicos e relacionados ao tratamento para garantir que as populações possam ser comparadas entre os ambientes.

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