PARA OS PACIENTES

Enfrentando o câncer

Perguntas frequentes

O PET/CT é um equipamento híbrido. O PET (sigla em inglês para tomografia por emissão de pósitrons) permite avaliar com precisão o metabolismo dos tecidos a partir da administração de um fármaco análogo à glicose, chamado Fluordeoxiglicose (FDG), em associação com o Flúor 18, que emite radiação.

Já o CT (sigla em inglês para tomografia computadorizada) possibilita uma melhor resolução anatômica e a compreensão da relação entre o tumor e as demais estruturas. Juntas, as duas técnicas oferecem uma avaliação muito mais completa e detalhada.

Para orientar as decisões médicas nos tratamentos oncológicos, a Medicina Nuclear tem um papel de extrema relevância. Os resultados dos exames de imagem permitem avaliar a presença de um tumor e definir a extensão da doença, balizando as medidas terapêuticas. Em seu conceito básico, a especialidade utiliza uma pequena dose de radiação ligada a um fármaco que tenha afinidade por determinado órgão que se queira estudar. Tal composto, que funciona como um marcador, se chama radiofármaco. Se houver distribuição anormal desse radiofármaco, será identificada na cintilografia.

O aconselhamento genético possibilita rastrear e acompanhar membros de famílias com predisposição hereditária ao desenvolvimento de câncer. Os testes de biologia molecular também permitem avaliar as características específicas de alguns tumores, orientando as escolhas terapêuticas a serem adotadas.

Utilizado pelo Hospital Moinhos de Vento de modo pioneiro no Brasil, o equipamento atua integrado ao acelerador linear e permite monitorar, durante a aplicação de radiação, eventuais mudanças de posicionamento do tumor.

O implante de um pequeno transponder (aparelho emissor-receptor), possibilita que, durante o período de irradiação, os Rádio-Oncologistas possam atingir plenamente o órgão a ser tratado, por meio da tecnologia de gestão do movimento do paciente em tempo real. Atuando em conjunto com o acelerador linear da plataforma TrueBeam, o Sistema Calypso permite um tratamento mais rápido e a entrega de uma dose mais concentrada.

O TrueBeam e um acelerador linear, utilizado em diversas técnicas de radioterapia e radiocirurgia (aplicação de uma única dose de radiação). O principal diferencial deste equipamento é que ele trata tumores com maior precisão, pois suas funcionalidades permitem delimitar a área a ser irradiada com um rigor milimétrico. Uma de suas características é sincronizar a liberação da dose de radiação com os movimentos respiratórios, fazendo-a somente quando a área a ser tratada estiver na posição exata.

Tamanho detalhamento promove um ganho terapêutico, já que o feixe de radiação atinge o tumor com grande eficiência, reduzindo os danos aos tecidos sadios do entorno. O TrueBeam também executa radioterapia guiada por imagem, possibilitando à equipe médico-assistencial acompanhar os detalhes do procedimento em tempo real.

A radioterapia é um método capaz de destruir células tumorais, por meio de feixe de radiações ionizantes, como os raios-x. O objetivo é erradicar as células tumorais, com o mínimo de impacto possível às células normais circunvizinhas. Da mesma forma que a cirurgia, serve para tratar tumores localizados.

Um dos tratamentos mais comentados nos últimos anos, a imunoterapia foi liberada em abril de 2016 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o tratamento de melanoma, câncer renal e de pulmão. A terapia consiste em estimular as defesas do organismo para elas ataquem o tumor. Em todo o mundo são pesquisados imunoterápicos para diversos tipos de câncer, mas ainda sem resultados conclusivos.

É um tratamento em que se utilizam medicamentos para combater o câncer. O objetivo é tratar tumores por via sistêmica, em geral quando já está mais disseminado. A quimioterapia pode ajudar também no controle local da doença, junto com a radioterapia ou a cirurgia. Os medicamentos podem ser aplicados de forma intravenosa, via oral, intramuscular, subcutânea, tópica (sobre a pele) e intratecal (pela espinha dorsal). Recentemente, novas terapias antineoplásicas, chamadas terapias biológicas (ou ainda, drogas-alvo), com ação mais específica para cada tipo de tumor, têm sido desenvolvidas. Representam uma grande esperança de progresso no tratamento do câncer.

Não. Tumor significa um aumento de volume de um órgão. Ele pode ser neoplásico quando isto representa uma proliferação das células deste órgão. As neoplasias podem ser benignas ou malignas. Por exemplo: um mioma uterino ou um lipoma são neoplasias benignas. Eles crescem lentamente, não invadem tecidos vizinhos e não causam metástases. Já as neoplasias malignas geralmente possuem crescimento mais rápido e desordenado, atingindo tecidos e órgãos de forma agressiva.

As células cancerosas podem escapar do tumor primário, que é a origem do câncer, para a circulação sanguínea e se implantar em outros órgãos. Estes implantes são as chamadas metástases. Por exemplo, um câncer primário de mama pode gerar metástases nos ossos, pulmões, fígado, cérebro.

O acúmulo de células cancerosas em um determinado local é chamado de lesão tumoral ou tumor. Os diferentes tumores podem ter comportamentos muito diversos, e os mais frequentes são os de pele, mama e próstata.

Câncer é o nome dado às doenças causadas pelo crescimento desordenado de células anormais, que podem invadir ou destruir tecidos. Existem diferentes tipos de câncer, como carcinomas, sarcomas, leucemias, linfomas e melanomas.

O tumor primário é a origem do câncer. As células cancerosas podem escapar do tumor primário para a circulação sanguínea e se implantar em outros órgãos distantes. Estes implantes são as chamadas metástases. Por exemplo, um câncer primário de mama pode gerar metástases nos ossos, pulmões, fígado, cérebro.

EXPLORE AS NOVIDADES NO SEU E-MAIL

icone-mail Assine nossa newsletter e receba as novidades no seu e-mail.