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Hospital Moinhos de Vento promove palestra sobre avanços no tratamento do câncer colorretal

Evento online e gratuito vai abordar o tratamento molecular, no dia 20, a partir das 19h

A cada dia, 112 pessoas são diagnosticadas com câncer colorretal (câncer de intestino), de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). E, conforme o instituto, são cerca de 40 mil casos por ano no país. Contudo, se diagnosticada precocemente, a doença pode ser tratada e curada. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede externa do intestino grosso.

A recomendação dos especialistas é que todas as pessoas realizem exames de rastreamento a partir dos 45 anos, mesmo que não tenham sintomas intestinais. Em famílias com histórico de pólipos ou câncer no intestino, esse exame pode até ser indicado mais cedo. Alimentação equilibrada, exercícios físicos e menor consumo de carnes vermelhas e embutidos são importantes aliados na prevenção da doença.

No dia 20, a partir das 19h, o Centro de Pesquisa Clínica do Hospital Moinhos de Vento promove a palestra “Diagnóstico molecular em câncer colorretal: o que buscar e quando?”, num evento online e gratuito, aberto ao público. O evento contará com a participação do diretor médico da Oncoclínicas Precision Medicine e Big Data Initiative, Rodrigo Dienstmann, de São Paulo, e coordenador científico do grupo Oncology Data Science no Vall d’Hebron Institute of Oncology, Barcelona.

A moderação ficará a cargo do coordenador do Núcleo de Oncologia Gastrointestinal do Hospital Moinhos de Vento, Rui Weschenfelder, e a discussão de casos será feita pelo chefe do Serviço do Centro de Oncologia do Hospital Moinhos de Vento, Sérgio Roithmann.

De acordo com Roithmann, o tratamento do câncer vem se desenvolvendo nos últimos anos baseado na detecção das características individuais de cada tumor. Segundo ele, a detecção precoce e o tratamento que combina cirurgia e tratamento oncológico pode curar mais de três casos em cada quatro. “Nos casos de doença mais avançada é que se tornam importantes os estudos moleculares”, explica. Segundo ele, no futuro, alterações moleculares das células malignas serão utilizadas para possibilitar um diagnóstico ainda mais precoce dos tumores e aumentar a taxa de cura.

Inscrições pelo link: https://bit.ly/3hgndcJ

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