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Câncer de Pulmão: Ficar longe do cigarro é a melhor prevenção

No Brasil, a doença é a segunda neoplasia mais comum em homens

Tosse, rouquidão, dor no peito, fadiga, falta de ar. Esses são alguns dos sintomas que acendem o sinal de alerta para uma doença silenciosa e perigosa: o câncer de pulmão.

A neoplasia é, no Brasil, a segunda mais comum entre homens e, a quarta, em mulheres. Nos Estados Unidos, a doença é já é a segunda mais diagnosticada em ambos os sexos, perdendo apenas para o câncer de próstata, nos homens, e de mama, em mulheres.

O principal fator de risco para o desenvolvimento desse tipo de tumor é o tabagismo. De acordo com o National Cancer Institute (NCI), agência de pesquisa oncológica do governo norte-americano, o cigarro está associado a nove de cada dez diagnósticos de câncer de pulmão em pacientes do sexo masculino e oito em cada dez casos em mulheres.

Além do tabagismo, o fumo passivo e a exposição a alguns gases e substâncias tóxicas também são considerados fatores de risco para o desenvolvimento da doença.

Tratamento avaliados caso a caso

De acordo com o cirurgião torácico Eduardo Fontena, que atua na equipe do Centro de Oncologia Lydia Wong Ling do Hospital Moinhos de Vento, são mais frequentes os diagnósticos em pacientes com 50 anos ou mais e que tiveram uma exposição ao tabaco superior a 15 anos.

“Nos últimos anos, a realização de exames rastreio, realizados por meio de tomografias de baixa dosagem, tem possibilitado cada vez mais diagnósticos precoces. Além disso, as campanhas que alertam para os riscos do cigarro tem contribuído muito para a prevenção da doença”, explica o Dr. Fontena.

Nos últimos anos, a realização de exames rastreio, realizados por meio de tomografias de baixa dosagem, tem possibilitado cada vez mais diagnósticos precoces.

O tratamento do câncer de pulmão pode ser realizado por meio de cirurgia, radioterapia, quimioterapia, dependendo muito do tipo de tumor, sua localização e as condições clínicas do paciente. Ou seja, cada caso é estudado um a um por uma equipe multidisciplinar que considera cada um desses fatores.

Para o cirurgião, os resultados das campanhas e ações realizadas nos últimos anos terão maior impacto nas gerações mais jovens. Ainda assim, o benefício em parar de fumar pode ser sentido logo nas primeiras semanas, com a melhora na condição cardiovascular do paciente.

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