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Cresce expectativa de vida dos brasileiros

Tema foi discutido no Grand Round do Hospital Moinhos de Vento deste mês

Recente pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que a expectativa de vida dos brasileiros passou de 75,8 para 76 anos, de 2016 para 2017, um crescimento de 3 meses e 11 dias. O levantamento intitulado Tábua completa de mortalidade para o Brasil – 2017: breve análise da evolução da mortalidade no Brasil é provenientes da projeção oficial da população do Brasil para o período 2010-2060.

O envelhecimento da população brasileira começa a exigir ainda mais atenção às doenças que aparecem na chamada terceira idade. Com esse olhar no futuro, foi realizado o Grand Round de novembro, com o tema “Avaliação da cardiopatia no paciente idoso: abordagem prática”.

Ainda com base nos dados do IBGE, o gerente médico Gabriel Dalla Costa, salientou que o Brasil tem hoje 19 milhões de pessoas acima de 60 anos. Em 2050, serão 66 milhões. A virada, quando essa faixa etária vai superar o número de crianças (0 a 14 anos), será em 2030. “Haverá um maior número de pacientes com doenças cardiovasculares mais complexas do que as de décadas atrás”, disse Dalla Costa.

Na sequência, o médico Paulo Roberto Schvartzman, coordenador do Núcleo de Imagens Cardíacas do Serviço de Radiologia do Hospital Moinhos de Vento, falou do papel da ressonância magnética e da tomografia computadorizada no diagnóstico de doenças.

Recentemente, o Hospital adquiriu um tomógrafo de última geração, o mais moderno do sul do país, com dupla fonte e 256 detectores. “Faz em poucos segundos exames que antes exigiam mais tempo, e com 10% da radiação utilizada nos aparelhos mais antigos”, informou Schvartzman.

Dentro da Radiologia, prosseguiu o médico, outro equipamento disponível, que tem uma aceitação muito grande principalmente entre idosos, é a ressonância magnética. É um exame que avalia múltiplas alterações, como morfologia e função do coração. “Consegue-se avaliar diversos fatores em um exame apenas” explicou. A ressonância proporciona uma acurácia mais elevada do que a cintilografia, sendo mais definitivo o diagnóstico.

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